Circo Mínimo
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Circo Máximo

Circo Máximo é uma revisão totalmente livre e descompromissada do espetáculo “Circo Mínimo”, montado em 1988. Neste, estão presentes dois atores e elementos de malabares dos mais diversos, em um espetáculo sobre a imaginação. A imaginação que achamos ter, a imaginação que o público deve estimular e a imaginação que nos confunde, às vezes, enquanto liberta. O público é conduzido por esses caminhos por meio de dois atores no papel de anfitriões muito distintos, ou ‘palhaços elegantes’ – no estilo dos cômicos de casaca do início do século passado.

 

Cenas de malabares com objetos convencionais, como as bolas e claves, com objetos inusitados, como campanas sinfônicas e gelo e alguns dos mais improváveis, como palavras e imagens. Imagens projetadas, imagens sugeridas, imagens abstratas, imagens matemáticas são propostas pelos dois intérpretes, que estão no palco o tempo todo, entremeadas por um fio condutor à beira do non-sense.

 

Em 1986, Rodrigo Matheus e Alexandre Roit se conheceram no Circo Escola Picadeiro, onde ambos estudavam. Desde a montagem do espetáculo Circo Mínimo, onde pela primeira vez uniram a dramaticidade do teatro à técnica e virtuose circense, a carreira dos dois é marcada pela fusão dessas linguagens.


Circo Máximo foi possível graças ao prêmio Funarte Myriam Muniz de apoio ao teatro, e ao PAC-16, Programa de Apoio à Cultura da Secretaria Estadual de Cultura do Estado de São Paulo.

 
  

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