Circo Mínimo
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Alexandre Roit :: Em 1991, deu início à pesquisa de linguagem que une, além de Teatro e Circo, o Teatro de Rua. Juntamente com Hugo Possolo fundou o grupo PARLAPATÕES, PATIFES & PASPALHÕES. Durante os 11 anos que integrou o grupo, participou da produção, da realização e atuou em todos os espetáculos relativos ao período.
A partir de 2002 trabalhou com a Cia Le Plat Du Jour, com quem assina a direção e atua no espetáculo INSÔNIA, de Alexandra Golik. Em 2003 dirigiu o espetáculo OS TRÊS PORQUINHOS e divide dois prêmios pelo texto com a companhia: Prêmio APCA e Prêmio Coca Cola FEMSA.
Em 2003 atuou no espetáculo PIRATAS DO TIÊTE da Cia La Mínima, no Teatro Popular do SESI – que lhe rende os prêmios APCA e Coca Cola FEMSA de Melhor Ator. Esse ano terminou com uma premiação no 2º Festival Mundial de Circo do Brasil: junto ao grupo Circodélico, ganha o 2º lugar na categoria ‘Números de Solo’.
De Julho a Agosto de 2004, participou do FÓRUM CULTURAL MUNDIAL – BARCELONA 2004, como integrante da FOOLS MILITIA – MONTANDO POLLOS, grupo de 20 artistas dirigidos pelo palhaço norte-americano Jango Edwards.
Estreou em Maio de 2004, no 17º Festival de Teatro de Sertãozinho, PELADA NA RUA, seu primeiro trabalho solo. Encerra o ano com participações no Festival Performance d’Acteur, França, no 7º Festival Cultural Barrio Antiguo, México, no Festival Mundial de Circo do Brasil, em Belo Horizonte e no II Londrina Mostra Circo.
Cria, roteiriza e dirige as intervenções de rua CAVALARIA CAMINHANTE, baseadas no Quixote de Miguel de Cervantes, que participam da Mostra de Arte Sesc 2005 - Mediterrâneo, passando por 76 cidades do Estado de São Paulo.
Em 2006, a CAVALARIA CAMINHANTE deixa de ser cenas isoladas e se transforma no espetáculo QUIXOTE, com participação na Caravana Paulista de Teatro, e com sucesso de público e crítica no FIT – 21º Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto. Em outubro, participa de quatro festivais internacionais na Argentina, com apresentações nas cidades de Córdoba, Salta, Corrientes e Rosário.

Wagner Freire :: Iluminou espetáculos como "Querô", de Plínio Marcos; "Almanaque Brasil", de Noemi Marinho; "Aulis", de Celso Frateschi e Elias Andreato; "Guerra Santa", de Gabriel Vilela; "A Gaivota", de Tchecov, direção de Francisco Medeiros; "Ubu Folias Physicas Pataphysicas e Musicaes", direção de Cacá Rosset; "Salomé", “Joana Dark”, “Um porto para Elizabeth Bishop”, “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” e “Blue Room”, direção José Possi Neto.
Wagner iluminou também diversas óperas.
Entre elas: "A Traviata”, “IL Guarany”, “As Bodas de Fígaro”, direção de José Possi Neto; "Os Pescadores de Pérolas", direção de Naum Alves de Souza ; "Madame Butterfly" e "Cavaleira Rusticana", direção Jorge Takla.
Entre outros shows, iluminou os de Zizi Possi ("Valsa Brasileira", "Mais Simples", "Per Amore", "Passione", “Puro Prazer”, ”Bossa”); Marlui Miranda, Jane Duboc, Banda Vexame, Lenine & Suzano, Wania Abreu, Leila Pinheiro
Em dança trabalhou com o Balé da Cidade de São Paulo nas coreografias: "Como num Jardim", "Plenilúnio", "Entousiasmos" e "Baile na Roça", "Bailes do Brasil" - Coreografia de J.C. Violla e direção de Naum Alves de Souza; “Muito Romântico”, coreografia de Susana Yamauchi e João Mauricio e direção de Naum Alves de Souza; “Dança das Marés”, direção de Ivaldo Bertazzo.
Wagner já recebeu os prêmios: Shell 93/97, APCA 93, Apetesp 93/96/97, Coca-Cola 96/97/ 99/ 2001/2008 e Cultura Inglesa 97.
Iniciou sua carreira de ator em 1984. Trabalha desde 1986 com arte circense.

 

Luciana Bueno :: Bacharel em Comunicação Visual pela FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado, hoje cursa mestrado em Cenografia pela ECA/USP – Universidade de São Paulo.
Iniciou sua carreira como cenógrafa no CPT - Centro de Pesquisa Teatral do SESC, em 1989, integrando o núcleo, dirigido por Antunes Filho e coordenado por J.C.Serroni, até 1991. Neste período participou das XX e XXI bienais de São Paulo, da Quadrienal de Cenografia e Indumentária de Praga – Rep. Tcheca/1991, e dos espetáculos “Nova Velha História” e “Paraíso Zona Norte”, dirigidas por Antunes Filho. Integrou, entre 1993 e 1996 a Cia de Ópera Seca dirigida por Gerald Thomas participando, como cenógrafa das montagens de “Don Juan”, “Unglauber” e do show da cantora Gal Costa “O Sorriso do Gato de Alice”. Trabalhou também como assistente de Gianni Ratto e Daniela Thomas.
Em sua produção como cenógrafa e figurinista constam trabalhos com os grupos Parlapatões, Patifes e Paspalhões – “Pantagruel” e “Não Escrevi Isto”; Circo Mínimo – “Babel” e “O Velho e o Mar”; Le Plat Du Jour – “Os 3 Porquinhos” e “Insônia”; Lamínima – “Luna Parke” e “Piratas do Tietê”; e ainda nas produções de Alexandre Roit “Pelada na Rua” e “Quixote”.
Seus trabalhos já foram indicados para vários prêmios, e recebeu o prêmio Shell de melhor cenografia, em 1998, pela cenários da peça "Não Escrevi Isto" e o prêmio Coca-Cola FEMSA, 2003 pelo cenário do espetáculo “Piratas do Tiête”.
Atua também como diretora de arte, tendo trabalhado para emissoras como MTV-Brasil e Rede Bandeirantes. Além de inúmeros filmes comerciais, participou do longa metragem “Acquária”, dirigido por Flávia Moraes.
Hoje coordena o curso extensivo de Direção de Arte na Academia Internacional de Cinema.

Carla Candiotto :: Iniciou sua carreira na Europa, onde morou 10 anos. Formada em teatro na “Ecole International Philippe Gaullier”, em Paris, onde estudou com Monika Pagneux, Arianne Mnouskine (Théâtre du Soleil), John Wright , Desmond Jones, Frank Armstrong e grupos de Teatro Físico: "Théâtre de Cumplicité".
De 1993 a 1998 na Inglaterra trabalhou com a cia “Théâtre Sans Frontieres” nos espetáculos:,“Candido” (Voltaire), Prêmio Eletric Award Festival de Edimburgo, na Escócia e participação no Festival de Avignon, na França, “O Corcunda de Notre Dame”, "La Belle et la Bette", "African Tales", "Le Roi Fou", "The Day of the Dead" . Em Paris, atuou com a Cia Fleur de Peau em “ Scarllet” e a Cia Paris 21 em “ Cem anos de solidão” e” A sala numero 6” (Gabriel Garcia Marques).
Formada no método de consciência corporal “Moshe Feldenkrais”, nos USA, onde estudou durante 4 anos. Professora de interpretação teatral na escola Teatro Escola Célia Helena e no centro de formação profissional em Artes Circenses CEFAC. Atuou no longa metragem “Bens confiscados”, dir. Carlos Reichenbach.
Trabalhou durante 7 anos no Programa Doutores da Alegria. Dirigiu os espetáculos: “Sardanapalo” (primeira versão), "Zerói" (assistente de direção) e “De ca pra lá de la pra cá” (vencedor do Prêmio Coca-cola de Teatro) dos Parlapatões Patifes e Paspalhões, ”Gigantes de Ar" Pia Fraus Teatro: “A La Carte”, cia La Mínima de Teatro (direção de ator), "Deadly" (assistente de direção), "Orgulho", “João e o Pè de Feijão” e “Road Movie”, cia Circo mínimo, “Galinhas Aéreas” da cia Linhas Aéreas, dirigiu com Rodrigo Matheus “New Breed” e “Love Happens” da NICA - National Institute of circus Arts, na Austrália. “Sem Concerto” da Cia Circo Amarillo, “Bichos do Mundo” da Cia Pia Fraus.
Em 1991 fundou em Paris a Cia Le Plat du Jour com Alexandra Golik, que tem em seu repertório os espetáculos:: “As Filhas de Lear” direção Gabriel Chamé, “Chapeuzinho Vermelho” direção Fernando Escrich espetáculo premiado pela APCA 2001 "grande prêmio da crítica" , melhor espetáculo infantil; com participação no Festival Teatrália em Madrid na Espanha;. “Os Três Porquinhos” direção Alexandre Roit vencedor do Prêmio APCA 2003 e Panamco Femsa de Teatro, “Insônia” (Alexandra Golik), direção da cia Le Plat du jour e Alexandre Roit., ”Aladim e a Lampada maravilhosa” criação Théâtre Sans Frontieres e Le Plat du Jour :turnê pela Inglaterra, Escócia, Irlanda, França e China .”O Poço” (Alexandra Golik) direção Sandro Borelli (espetáculo contemplado pelo prêmio Myrian Muniz de Teatro), “ João e Maria” (texto e direção Le Plat du Jour) e “Peter Pan e Wendy” (direção Pedro Pires), “Alice no país das Maravilhas” (texto e direção Le Plat du Jour), “Pinóquio” (texto e direção Le Plat du Jour) e “Vilcabamba” (Alexandra Golik) direção Gabriel Chamé.

  
 


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